Guia Completo
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Como funciona
Uma alocação alvo é uma promessa que você faz sobre risco — 70% ações, 25% títulos, 5% dinheiro — e o mercado a quebra para você. Após uma forte alta, a faixa de ações cresce mais rápido que o resto, o portfólio silenciosamente se torna mais ousado que o plano, e o rebalanceamento é o ato de vender parte do que teve um bom desempenho e comprar o que ficou para trás para restaurar a mistura. Insira o valor atual de cada faixa e seus alvos, e a calculadora retorna o valor exato a ser movido em cada — um valor positivo é uma compra, um negativo é uma venda — além do seu peso atual em ações para que a deriva seja visível. Ela também julga a deriva: abaixo de um ponto, nenhuma troca vale a fricção; além de cinco pontos, a maioria dos planejadores trata como um gatilho. Dois hábitos tornam o rebalanceamento barato. Prefira fazê-lo com novas contribuições e dividendos, direcionando dinheiro fresco para o lado subponderado em vez de vender — em uma conta tributável, isso evita a realização de ganhos. E mantenha as negociações de rebalanceamento dentro de um 401(k) ou IRA sempre que possível, pois vendas lá não acionam impostos. O ponto mais profundo: rebalancear não é sobre apertar o retorno, é sobre manter o nível de risco que você realmente escolheu.Fórmula
Adjustment = target% x total value - current value, per sleeve
Dicas
- A deriva além de cinco pontos é o gatilho comum; abaixo de um ponto, pule a negociação.
- Rebalance com novas contribuições primeiro — dinheiro fresco evita uma venda tributável.
- Faça a venda dentro de um 401(k) ou IRA, onde as negociações não acionam impostos.
- O rebalanceamento vende vencedores e compra perdedores — isso impõe disciplina, não cronometragem.
- O objetivo é manter seu nível de risco escolhido, não perseguir retorno extra.